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Prefeito e comunidade discutem futuro da extensão do CEGV em Catolezinho

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O impasse em torno da continuidade da extensão do Centro Educacional Gilberto Viana em Catolezinho permanece. Na manhã desta terça-feira (02), pais, professores e autoridades se reuniram para traçar soluções que possam garantir o funcionamento do ensino médio regular no distrito. Logo no começo, o clima no Centro Paroquial Católico, local onde o encontro foi realizado, era de incerteza e apreensão.

O temor causado a população se deve a possibilidade de extinção do ensino médio regular e a transformação integral da extensão do Centro Educacional Gilberto Viana em uma Emitec – Ensino Médio com Intermediação Tecnológica. A iniciativa se constitui em uma ferramenta pedagógica para educação à distância, em áreas remotas do Estado. As aulas do Emitec são transmitidas, via satélite, em tempo real, com mediadores em cada sala das escolas.

Em Catolezinho, esse programa já existe e atende principalmente a demanda de alunos que estão com distorções na relação idade/série, sendo um importante instrumento de inserção de estudantes adultos na sala de aula. Porém, a comunidade alega que o Emitec é uma modalidade de ensino que não irá suprir a necessidade dos jovens que vão adentrar o ensino médio. Dentre os problemas citados por quem convive de perto com o Programa, está a questão da deficiência do sinal de internet, que obriga muitas das vezes a interrupção das aulas.

Presente na reunião, o Prefeito Ivan Fernandes apresentou duas possiblidades para por fim nesse impasse. A primeira consiste na criação de uma comissão, formada por autoridades, direção, professores, pais e alunos. O grupo deverá se dirigir a Salvador para sensibilizar o Governo da Bahia pela permanência da extensão do Centro Educacional Gilberto Viana em Catolezinho.

A segunda hipótese é a criação de uma escola municipal de nível médio em Catolezinho. Apesar de a lei afirmar que o ensino médio é uma obrigação do Estado, conforme o Secretário de Educação, Dorisvaldo dos Anjos, em contato com o Conselho Estadual de Educação, desde que o ensino fundamental seja oferecido a contento pelo município, as Prefeituras podem abrir turmas de nível médio. Contudo, a luta será concentrada pela continuidade dos serviços do CEGV em Catolezinho.

Além do Prefeito Ivan Fernandes e do Secretário de Educação, Dorisvaldo dos Anjos, participaram do encontro, os vereadores Sivaldo Abreu e Iracildo Carvalho, a diretora do Centro Educacional Gilberto Viana, Sandra Suely Andrade e a vice-diretora da extensão de Catolezinho, Sirleide Correia. Convidados, representantes do Núcleo Regional de Educação – NRE-08, não compareceram a reunião.

A extensão do Centro Educacional Gilberto Viana em Catolezinho foi implantada em 2005. Desde a sua criação até hoje, professores e demais funcionários de apoio são totalmente pagos pela Prefeitura Municipal de Itambé. A escola oferece aos seus alunos o ensino médio regular e o Programa Emitec, com aulas realizadas via internet. (Ascom PMI)

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