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Caso Daniel: Jogador teve órgão genital arrancado e pendurado em árvore antes de morrer

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Daniel foi brutalmente torturado e degolado antes de morrer. Após fazer buscas pela faca usada no crime, os agentes encontraram o pênis do rapaz pendurado em uma árvore a cerca de 20 metros…

 

Quanto mais a polícia investiga, mas escabroso se torna o assassinato do jogador do São Paulo, Daniel Corrêa.

O jogador Daniel Corrêia Freitas, de 25 anos foi encontrado morto em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, em 27 de outubro. (Relembre o caso aqui)

O empresário Edison Luiz Brittes confessou ter assassinado Daniel. Ele alega que tudo o que fez foi para proteger a esposa que teria sio estuprada pelo jovem durante a festa de aniversário da filha, mas para as autoridades nada justifica a barbárie.

Tudo aconteceu depois de uma festa de aniversário de 18 anos da filha do casal, Allana, na noite de sexta (26/10), na qual também estava Daniel, numa casa noturna de Curitiba. A festa continuou na madrugada de sábado (27) na casa da família Brittes. Lá, de acordo com a polícia, Daniel foi espancado e depois levado por Edison Júnior para o matagal, onde foi encontrado morto.

Segundo a polícia, Daniel foi brutalmente torturado e degolado antes de morrer. Após fazer buscas pela faca usada no crime, os agentes encontraram o pênis do rapaz pendurado em uma árvore a cerca de 20 metros do local onde o corpo do meia foi encontrado.

A filha de Edison Brittes Júnior falou com família do jogador. Em mensagens, Allana disse à tia de Daniel que o atleta tinha saído da casa da família vivo. “Ele só deu tchau, levantou e foi embora”, diz a mensagem.

Edison teria ligado para dar os pêsames à mãe do jogador Daniel na segunda-feira (29), dois dias após a morte do rapaz, segundo o advogado de defesa da família do atleta.

Essa semana, a principal testemunha do caso que teria denunciado o empresário Brittes, pediu proteção à polícia e disse estar sofrendo ameaças por parte do empresário e da família dele. Ele teria se negado a contar aos investigadores uma versão ensaiada por Edison, a filha e a mulher dele sobre ocorrido e teria despertado a fúria do acusado.

 

Em um vídeo gravado pela defesa da família Brittes, Allana afirmou que conhecia Daniel há pouco tempo. Entretanto, a jovem publicou numa rede social uma foto dela com o jogador na festa que promoveu no aniversário do ano passado.

O casal Edson e Cristiane, assim como a filha Allana estão presos, suspeitos de participar da morte do jogador. Todas as prisões são temporárias, válidas por 30 dias.

A Polícia Civil do Paraná procura por outros três suspeitos que teriam participado da morte de Daniel.

“Nós estamos identificando quem são as pessoas que estavam na casa junto do principal suspeito. Sabemos que três pessoas entraram com ele e o jogador dentro do carro para matar Daniel”, afirmou o delegado Amadeu Trevisan, da Delegacia de São José dos Pinhais.

Informações: Portal holanda e G1

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