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Jovem morto por segurança lutava contra as drogas e tinha um filho

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Uma cena dantesca tomou conta de todos os noticiários brasileiros de sexta-feira (15/2). Em um supermercado no Rio de Janeiro, Pedro Oliveira Gonzaga, de 19 anos, podia ser visto totalmente encoberto por um segurança, enquanto era sufocado pelo golpe conhecido como mata-leão.

As súplicas da mãe, Dinalva Oliveira, foram em vão. Ela passava pelo estabelecimento para almoçar com o filho. De lá, partiriam para uma clínica de reabilitação para dependentes químicos em Petrópolis, onde Pedro seria internado. Na mesa, segundo uma amiga da família, o rapaz teve uma alucinação.

Em depoimento à Delegacia de Homicídios da Capital, o segurança argumentou que o jovem havia tentado arrancar a arma dele e, dessa forma, o golpe teria sido desferido em legítima defesa. “Ele está com a mão roxa. Ele não está armado”, suplicou Dinalva, em vão. Em uma ação que durou quatro minutos, o suspeito gritava que a mãe mentia.

Não seria a primeira vez que a família de Pedro tentava ajudá-lo a vencer o vício. Eles moram na Barra da Tijuca, e o pai, o comerciante Newton Filho, havia montado um estúdio para o filho, com mesa de mixagem e aparelhagem de som. Em 2017, o jovem chegou a agredir Newton depois que lhe foi retirado o cachimbo de narguilé usado para fumar maconha.

Ainda assim, a família tentava fazê-lo sair das drogas. Um dos motivos que faziam Pedro lutar era o filho, de menos de 1 ano, nascido de um relacionamento com uma adolescente de 17.

As informações são da revista Época.

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