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Declarado morto em hospital, homem é retirado vivo de saco fúnebre

Por Reginaldo Spínola
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Um senhor de 54 anos declarado
morto por um médico do Hospital Menandro de Farias, em Lauro de Freitas, região
metropolitana de Salvador, foi encontrado vivo, duas horas depois, quando já
estava dentro do saco fúnebre, na madrugada deste domingo (25). A informação é
da família de Valdelúcio de Oliveira, que segue internado na unidade. 

De acordo
com Patrícia Cintra, sobrinha de Valdelúcio, após ser retirado do saco fúnebre,
o tio está consciente e lúcido no quarto hospitalar. “Ele está fazendo
palavra cruzada, e só não fala porque está entubado”, diz. Patrícia conta
que o tio descobriu há três meses um câncer em estágio avançado e, nesta
segunda-feira (25), ele daria entrada no Hospital Santo Antônio, vinculado às
Obras Sociais Irmã Dulce. “Ele já tinha ficado internado lá uma vez, mas
ontem ele sentiu uma falta de ar, e nós o levamos para o Menandro de
Farias”, fala Patrícia. “Lá, os médicos informaram que ele teve duas
paradas cardíacas e pediram que minha tia, que acompanhava ele, saísse do quarto,
para tentarem fazer a reanimação. Por volta das 23h, os médicos disseram que
ele havia falecido”, explica. Patrícia revela que a equipe médica retirou
os aparelhos que estavam conectados a Valdelúcio e o colocou dentro do saco
fúnebre. “Amarraram os pés e mãos dele, colocaram algodão no nariz e
ouvidos e fecharam o saco”, afirma. Ela diz que a família tem o atestado
de óbito lavrado pelo hospital, comprovando a morte de Valdelúcio. “Nós
chegamos a comprar o caixão e demos entrada no enterro”, destaca Patrícia.
“No atestado de óbito consta que as causas da morte foram falência
múltipla dos órgãos e insuficiência respiratória”, acrescenta. 
Por volta de 1h da madrugada,
Patrícia conta que um tio foi ao necrotério do hospital, para trocar a roupa de
Valdelúcio, quando percebeu o saco fúnebre balançando. “Ele chamou os
médicos, que vieram e levaram ele de volta ao quarto”, conta. “Ele
ficou duas horas dentro do saco fechado”, exclama.
A família acredita que o caso
tenha sido um milagre de Irmã Dulce. “Como ele ia para o Hospital de Irmã
Dulce, nós nos juntamos para rezar para ela. Foi um milagre. Tomara que seja um
milagre completo”, diz Patrícia, que afirma que a família ainda quer
transferir Valdelúcio, nesta segunda-feira, para o Hospital Santo Antônio. A
reportagem do G1 tentou entrar em contato com o Hospital Evandro de Farias, mas
não foi atendida.
Itambeagora@gmail.com
2 Comentários
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2 Comentários

Anônimo 27 de agosto de 2014 - 18:10

O DIABO TENTA DE TODAS AS MANEIRAS DESVIA ATENÇÃO DAQUELES QUE ESTÃO COMO AREIA NO MAR…….

Anônimo 26 de agosto de 2014 - 01:32

so quem faz milagre é jesus
para com essa estoria de que o homem ou a mulher que ja virou cinza
faz milagre
vai ler a bíblia
e creia so em Deus o santo todo poderoso

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