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Menino luta contra câncer desde os seis meses de vida e sensibiliza voluntários a doar medula óssea

Por Reginaldo Spínola
No ambulatório de oncologia do
Hospital Martagão Gesteira, em Salvador, muitas crianças carregam a esperança
de dias melhores. Com seis anos e muita vontade de viver, Gustavo Medeiros
chama atenção de quem chega ao ambulatório. Desde que nasceu ele faz tratamento
de leucemia e agora precisa com urgência de um transplante de medula óssea para
garantir que este sorriso seja visto por mais tempo*Colaborou a estagiária
Kátia Prado
Joice Medeiros, mãe de Gustavo,
contou que se impressiona a cada dia com a força do filho.— Muitas vezes, é ele
quem me anima.
Sem conseguir segurar as
lágrimas, Joice lembra dos outros filhos que deixou com sua mãe para se dedicar
ao tratamento de Gustavo. Ao ver a mãe chorando, Gustavo não perdeu tempo e
disse: ‘não vá chorar’ .
Alegre, apesar da luta que
enfrenta para sobreviver, Gustavo brinca nos corredores do hospital e conquista
todos que passam por ali.— Ele sabe que está doente, até porque desde que
nasceu vive em um hospital. Mas, ele não tem noção da gravidade. Questionado
sobre seu maior desejo, Gustavo diz que queria muito ir a escola
O grupo de voluntários Mãos
Unidas e Doadores de Sangue e Medulas começou uma campanha para com o objetivo
de ampliar o cadastro nacional de doadores de medula óssea e para conseguir
ajudar Gustavo. Você pode fazer parte deste movimento
A médica Ana Maria, que cuida de
Gustavo, ressaltou que o cadastro, além de ser simples, é uma oportunidade de
doar vida em vida.— É algo rápido e que pode significar vida para muita gente.
O Gustavo é mais um baiano que precisa do transplante para viver.
Para fazer o cadastro, é
necessário ir ao Hemoba. O teste é rápido. Eles tiram 5 ml de sangue e depois,
quando for comprovada a compatibilidade, a pessoa é convidada a doar a medula.
Clique aqui e saiba onde fica o Hemoba em Salvador. Qualquer pessoa entre 18 e
55 anos com boa saúde e sem antecedentes de câncer poderá doar medula óssea.
Diabéticos, hipertensos, não há peso mínimo e nem restrição a quem já teve
anemia ou hepatite.
E é assim, com muita vontade de
viver, apesar da fragilidade do seu corpo, que o Gustavo aguarda por um doador.
Vamos ajudar?
O baiano Tiago Lopes, de 11 anos,
também precisa encontrar um doador de medula óssea. Com um sorriso largo no
rosto, ele prova que ser feliz é um estado de espírito. Segundo a oncologista
Juliana Costa, ele não respondeu bem ao tratamento de quimioterapia e sua única
chance de sobreviver é o transplante. R7
Itambeagora@gmail.com
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