Início Bahia Terceiro falso dentista é preso no Sudoeste após uma denúncia anônima

Terceiro falso dentista é preso no Sudoeste após uma denúncia anônima

Por Reginaldo Spínola

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Um homem de 49 anos foi preso em flagrante exercendo ilegalmente a profissão de dentista em Itapetinga, no sudoeste da Bahia, nesta quinta-feira (10). Equipamentos e materiais encontrados com falso dentista que foi preso após denúncia anônima em cidade da Bahia

Segundo informações do Conselho Regional de Odontologia da Bahia (CRO-BA), o suspeito atua de maneira ilegal há 25 anos, e realizava uma média de cinco atendimentos por dia para instalação de aparelho ortodôntico e prótese.

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Na terça-feira (8), um idoso de 68 anos foi preso em flagrante exercendo ilegalmente a profissão de cirurgião-dentista em Itororó, região sul do estado. A prisão ocorreu após denúncia anônima, em uma ação conjunta entre a Polícia Militar e a Vigilância Sanitária. Os equipamentos encontrados no consultório foram apreendidos e encaminhado para delegacia. O homem foi levado para a delegacia, mas vai aguardar o processo em liberdade.

De acordo com Viviane Sarnento, presidente de fiscalização do CRO-BA, 83 prisões por exercício ilegal da profissão de dentista aconteceram nos últimos três anos e seis meses na Bahia. “O CRO-BA alerta o risco para a saúde de ser atendido por uma pessoa que não é profissional e pode contrair doenças como vírus, Aids e hepatite”, disse.

Caso em Piripá

Na tarde de quarta-feira (9), o CRO-BA em parceria com a Polícia Militar, prendeu em flagrante, mais um homem que exercia ilegalmente a profissão de cirurgião-dentista. O caso foi na cidade de Piripá, também no sudoeste da Bahia. O homem assim como o falso dentista preso em Itororó, exercia a função há mais de 40 anos, e atendia em média de 5 a 8 pacientes por dia. Os fiscais do CRO-BA acharam flagrante de moldagem de prótese, porém foram encontrados no lixo vários dentes recém-extraídos. O autor foi conduzido para delegacia e vai responder pelo exercício ilegal da profissão de odontologia. Caso condenado, ele pode pegar de seis meses a dois anos de prisão. (Blog do Marcelo)

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