Início Bahia Poções: Polícia elucida homicídio de Joadson Neves. Assassino organizou seu funeral

Poções: Polícia elucida homicídio de Joadson Neves. Assassino organizou seu funeral

Por Reginaldo Spínola

Alex Venâncio (funcionário) e Caio Souza (proprietário da Funerária)

Foi elucidada na manhã desta segunda-feira (21) a trama macabra que culminou na morte de Jadson Neves, servidor da Prefeitura de Poções. O crime ocorreu na última sexta-feira (18). O assassino confesso Caio Cunha, de 20 anos foi preso e, para evitar ser linchado pela população, transferido para Vitória da Conquista, onde segue à disposição da Justiça.

Caio Cunha é um dos donos de uma funerária da cidade, empresa que prestou os serviços funerários ao corpo da vítima, ainda no dia da morte de Jadson. Populares informaram que o assassino ainda foi ao sepultamento de Jadson. Após o crime, Caio viajou até o município de Boa Nova e escondeu a arma na casa de seu funcionário Alex Venâncio Sampaio, cúmplice, réu confesso e também preso na operação desta segunda-feira.

A arma foi encontrada com resquício de sangue proveniente da vítima. Caio revelou para a polícia que marcou um encontro com Jadson para tratar de um assunto de negócios e lá ceifou a vida do jovem.

A notícia da prisão da dupla gerou grande revolta na população, que esteve durante toda à tarde de hoje em frente ao Complexo Policial. Indignados, todos os manifestante clamavam por justiça e também se concentraram em frente à funerária do acusado. Para evitar um confronto com populares e garantir a integridade dos presos, ambos foram apresentados à autoridade competente em Conquista, onde houve a lavratura de prisão.

Possível motivação do crime levantada através de relatos de amigos próximos, não confirmado pela polícia

Caio Souza Cunha é filho de um falecido, que era proprietário de uma funerária na cidade, e antes de morrer teria vendido um veículo modelo picape S10 para Jadson. Segundo informações, uma dívida de aproximadamente R$ 6.000,00 em um banco, referente ao financiamento do veículo teria de ser quitada, porém devido ao falecimento do vendedor, a quitação não aconteceu. Ainda segundo informações, a dívida passou a ser cobrada ao filho herdeiro da funerária Caio Souza Cunha (autor confesso do homicídio). Na manhã de sexta-feira (18), Jadson foi atraído para um encontro em uma estrada de chão na zona rural do município, próximo à BR-116, onde de lá não saiu mais com vida. Jadson foi executado com vários tiros, inclusive na cabeça. // Colaborou com a reportagem: Blog do Marcelo

Itambeagora@gmail.com

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