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Mulher tenta enforcar criança até a morte em igreja sob ordem de ‘forças malígnas’

Por Reginaldo Spínola

Uma mulher de 41 anos foi presa ao tentar enforcar uma criança de quatro anos em uma igreja no bairro Jardim Laguna, em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte. A mulher pediu para entrar na igreja para ir ao banheiro, quando tentou atrair duas crianças de quatro e dez anos até um ponto afastado onde os cultos acontecem e começou a estrangular a menina.

A criança de dez anos saiu pedindo socorro e as pessoas que estavam no culto conseguiram salvar a criança.

A suspeita, segundo a polícia, disse que fez isso pois estaria ouvindo vozes malignas que a mandavam matar uma criança hoje.

O pai da criança, o vendedor John Douglas, de 41 anos, diz que, como de costume, foi à igreja ao sábado e, no local, as filhas pediram para descer para tomar água e ir ao banheiro, quando, de repente, essa mulher entrou na igreja. “As minhas duas filhas estavam no banheiro. A maiorzinha, que tem dez anos, conseguiu sair, mas a pequena foi empurrada pela mulher e ela se trancou dentro do banheiro com ela e ali ela tentou enforcar a criança. A minha filha de dez anos conseguiu chamar ajuda rápido. Se ela não tivesse pedido ajuda, com certeza, ela teria algo pior”, relata..

O pai das crianças diz que a mulher não frequentava o local, e era desconhecida da família. “Ela estava meio estranha. Estava até relatando os outros crimes que ela tinha cometido, que ela tentou mais homicídios com outras crianças ali da vizinhança. Ela mesmo começou a confessar, mas uma pessoa lá da igreja, que é detetive, conteve ela até a Polícia Militar chegar”, acrescenta John. “Eu fiquei com muito medo do que poderia ter acontecido e até mesmo as minhas reações de pai, porque graças a Deus foi tudo bem. Tive calma pra poder lidar com essa situação”.

A criança passa bem e teve apenas marcas no pescoço. A suspeita do crime não tem passagens pela polícia.

Em nota, a Igreja Adventista do Sétimo Dia diz lamentar o ocorrido e que a criança receberá atendimento psicológico através de um projeto da igreja local, caso os pais tenham interesse. A igreja diz também “que está prestando assistência à família e que a acusada não faz parte do rol de membros da igreja”.

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