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Brasil: Garota desmaia ao ser agredida por outra aluna, defronte a escola estadual. Assista

Por Reginaldo Spínola
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Uma adolescente de 15 anos foi
agredida na porta de uma escola estadual de Charqueada (SP). A agressão foi
registrada em vídeo e circulou pelo WhatsApp até chegar aos familiares da
jovem. Assista:
Ela desmaia nas imagens após ser
atingida por outra estudante de 17 anos. O caso é investigado pela Polícia
Civil e a Secretaria de Educação diz que cobrou providências da unidade de
ensino.
Segundo a mãe da adolescente, a
menina tinha sido ameaçada dentro da unidade escolar, durante o intervalo, por
conversar com o namorado de uma amiga da agressora. A agressão ocorreu por
volta das 12h30 do dia 8 de março, na Escola Estadual Professor Benedito Dutra
Teixeira. De acordo com a mãe da vítima, a dona de casa Patricia de Fátima
Nunes, de 36 anos,, um grupo de jovens conversava no intervalo quando um dos
garotos perguntou à adolescente se ela sabia o paradeiro de um colega que não
aparecia mais na escola. “Ela disse que não sabia e continuaram conversando,
todos juntos, na rodinha”, contou Patricia. “Daí, essa menina que bateu nela
chamou e pediu para que minha filha parasse de falar com o garoto, porque a
namorada dele tinha visto os dois juntos e estava chorando”, afirmou a mulher.
Patricia disse que a filha tentou
justificar à agressora que ela e o rapaz tinham conversado apenas sobre o jovem
desaparecido, mas não adiantou. “Ela falou que não queria nem saber e que ia
pegar minha filha na saída da escola.” No entanto, a vítima não acreditou na
ameaça e acabou surpreendida, enquanto vários alunos já sabiam o que ia
acontecer, segundo a mãe, e até filmaram a agressão.
O vídeo mostra o momento em que a
vítima atravessa o portão da escola com fones de ouvido e, já na calçada, é
surpreendida por trás pela jovem de 17 anos, que joga uma mistura de cola e
corretivo na cabeça dela. Em seguida, a adolescente dá vários socos e tapas na
cabeça da jovem, mesmo quando ela já está caída no chão. A agressora só para
quando a vítima desmaia. “Ela tem fortes dores de cabeça até hoje”, disse
Patricia.


Polícia Civil
Segundo a mãe, a menina foi
socorrida para o Hospital Maternidade de Charqueada com hematomas na nuca e nas
costas (abaixo do pescoço), e com os olhos irritados. A família registrou
boletim de ocorrência na delegacia da cidade no mesmo dia.
“Nós solicitamos exame para a
vítima no Instituto Médico Legal (IML) de Piracicaba (SP) e pedimos que a
agressora se apresente na delegacia para prestar depoimento. Ela deve vir nesta
sexta-feira (18) ou na segunda (21)”, informou o delegado Gilberto Carlos
Fernandes Junior. O delegado disse ainda que ouvirá a adolescente agredida.
“Vamos encaminhar o vídeo, junto aos depoimentos, ao Fórum. O vídeo é uma
prova, porque as imagens são claras”, afirmou.
Secretaria de Estado da Educação
Em nota, a Secretaria da Educação
do Estado de São Paulo informou que a Diretoria Regional de Ensino de
Piracicaba cobrou da unidade de Charqueada o reforço das ações de combate à
violência. Segundo a pasta, o caso também foi compartilhado com o Conselho
Tutelar, que já acompanhava a agressora anteriormente. A estudante agredida foi
transferida a pedido da família para uma escola integral de Piracicaba “e será
acompanhada de perto pela equipe pedagógica da unidade”, de acordo com a
Secretaria.

                       

  
“É importante afirmar que em Charqueada há apenas duas
escolas estaduais, uma delas na zona rural. A administração regional afirma que
a agressão ocorreu no horário da saída dos estudantes e do lado de fora da
unidade, sem que a direção, infelizmente, pudesse ter evitado. Imediatamente a
escola se prontificou a acionar o socorro médico, o que foi negado por um
membro da família da estudante, que se prontificou a levá-la até o
pronto-socorro”, disse, em nota, a Secretaria da Educação estadual. A pasta
informou ainda que a agressora recebeu punição de acordo com o regimento da
escola e a mãe foi convocada e se reuniu com a direção da unidade. A mãe da
vítima disse que a agressora recebeu apenas cinco dias de suspensão das aulas.
“O que não faz diferença nenhuma, já que minha filha nem estuda mais lá.”
(EPTV)
Itambeagora@gmail.com
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