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Prorrogação do auxílio emergencial pode ter impacto de R$ 203 bilhões

Por Reginaldo Spínola

A prorrogação do auxílio emergencial, confirmada pelo ministro da Economia Paulo Guedes nesta terça-feira, 9 de junho, deve elevar o seu custo para até R$ 203 bilhões. Waldery Rodrigues, secretário especial de Fazenda do Ministério de Economia revelou o número.

Antes mesmo da confirmação de Paulo Guedes, Waldery Rodrigues havia afirmado que a equipe econômica do governo Bolsonaro (sem partido) estudava pagar mais duas parcelas de R$ 300 cada para os benefícios. Neste caso, mães solteiras receberiam duas parcelas de R$ 600.

Rodrigo Maia, presidente da Câmara, havia afirmado que o projeto de estender o benefício deveria partir do governo. Entretanto, tanto o Senado quanto a Câmara dos Deputados afirmam que devem ser pagas mais duas ou três parcelas no valor de R$ 600 cada. Bolsonaro e seu ministro da Economia defender as parcelas de R$ 300.

Atualmente, o auxílio emergencial paga três parcelas de R$ 600 para trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEIs), desempregados que não recebem seguro-desemprego e beneficiários do Bolsa Família. Mães solteiras recebem R$ 1.200. O benefício foi criado para aliviar a crise para este grupo durante a pandemia do novo coronavírus.

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