Início Bahia Bahia tem 2.184 casos de H3N2, com 100 óbitos

Bahia tem 2.184 casos de H3N2, com 100 óbitos

Por Reginaldo Spínola

A Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab) informou que desde 1º de novembro de 2021até esta terça-feira (18), o estado registrou 2.184 casos de Influenza A, do tipo H3N2, em 193 municípios. Já o número de pacientes com flurona, dupla infecção por Covid-19 e gripe, chegou a 23.

Do total de casos de Influenza A, do tipo H3N2, 1.104 (50,54%) são residentes em Salvador. No entanto, a Sesab ressaltou que foi realizada uma amostragem de casos de Síndrome Gripal (SG), pois nem todas as amostras coletadas são testadas para Influenza.

De acordo com a Diretoria de Vigilância Epidemiológica da Bahia, dos 2.184 casos, 454 evoluíram para Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e necessitaram de internação, com 100 pacientes evoluindo para óbito, o que representa uma taxa de letalidade de 22,02%.

Os óbitos foram registrados nos municípios de Salvador (58), Feira de Santana (6), Teixeira de Freitas (6), Canavieiras (2), Ilhéus (2), Mulungu do Morro (2), Jequié (2), São Sebastião do Passé (2), Simões Filho (2) , Valença (2) e um óbito para cada um dos seguintes municípios: Mairi, Cabaceiras do Paraguaçu, Camaçari, Candeias, Catu, Guanambi, Itagimirim, Ituberá, Laje, Maragogipe, Nazaré, Pojuca, Ribeira do Pombal, Sapeaçu, Tanquinho, Urandi e Jequiriçá.

A Sesab informou que do total de óbitos, 50 ocorreram no sexo feminino e 50 no sexo masculino. A maioria ocorreu na faixa etária acima de 80 anos (53 óbitos, equivalente a 53%).

As outras mortes ocorreram nas faixas de 70 a 79 anos (17 óbitos), 60 a 69 anos (9), 50 a 59 anos (10), 40 a 49 anos (6), 30 a 39 anos (3) e 10 a 14 anos (2). A pasta detalhou que sobre o óbito registrado anteriormente em criança de 4 anos, após revisão da causa básica de morte, foi reclassificado para óbitos por outras causas.

A Sesab ainda detalhou que apenas 10 sas pessoas que morreram foram vacinados contra Influenza. No que se refere ao tratamento com antiviral, 31 (31%) utilizaram o oseltamivir (Tamiflu). Além disso, a presença de comorbidades e/ou condições de risco foi responsável pelo agravamento da doença em 78 (78%) óbitos. // g1

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