Início Bahia Conquista: PM é preso em operação que investiga grupo de militares por homicídio

Conquista: PM é preso em operação que investiga grupo de militares por homicídio

Por Reginaldo Spínola

Dois tenentes, um cabo e três soldados da Polícia Militar estão entre os suspeitos em Vitória da Conquista, por participarem de um grupo investigado por envolvimento em homicídios na região sudoeste da Bahia. A Operação Verdugo foi deflagrada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA) com o apoio do Ministério Público da Bahia, na manhã desta sexta-feira (12).

De acordo com informações divulgadas pela TV Sudoeste, os seis policiais militares em Vitória da Conquista foram afastados da corporação por um ano. Um deles foi preso. Eles são lotados na 78ª Companhia Independente de Polícia Militar e nas Rondas especiais da Rondesp.

Os militares são investigados por executarem pessoas, e alegarem que houve auto de resistência – que é quando um policial afirma que a vítima resistiu, efetuou disparos e, por isso, a equipe precisou entrar em confronto.

O nome do policial preso não foi divulgado, bem como a patente. A casa dele, que é suspeito de atuar diretamente nos assassinatos, foi um dos alvos dos mandados de busca e apreensão, durante a Operação Verdugo. Uma pistola com numeração raspada foi encontrada no imóvel.

Em entrevista à TV Sudoeste, a porta-voz da Polícia Militar na região Sudoeste, Capitã Larissa Couto informou que o comando recebeu a operação com tranquilidade. “Todo grande comando recebe com tranquilidade essa Operação Verdugo que foi deflagrada pela Secretaria de Segurança Pública juntamente com o Ministério Público, até a nossa corregedoria da Polícia Militar tem conhecimento dessas investigações e oferece todo o apoio, todo o suporte para que essa investigação seja feita com a maior informação possível, inclusive fornecidas pela nossa corporação”, disse Couto.

A Capitã também contou que os policiais envolvidos não apresentaram resistência. “São mandados de busca e apreensão, além dos policiais militares, os próprios comandantes permitiram que fossem feitas as buscas em outros locais, até a residência de alguns policiais militares. Não há nenhum tipo de resistência, pelo contrário, a gente quer auxiliar, apoiar para que sejam esclarecidos realmente esses fatos”, explicou.

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